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terça-feira, 24 de maio de 2016

Um novo combustível - Ar comprimido




AirPod é um carro movido a ar comprimido arquitetado pela empresa de tecnologia MDI, de Luxemburgo, e pela companhia automotiva indiana Tata Motors. Ao contrário do que parece, o veículo não se movimenta por meio de um jato de ar que o impulsiona para frente, como em filmes de ficção. Contando apenas com três rodas, ele utiliza motores pneumáticos que agem com o ar pressurizado para conduzir os pistões. Esses, por sua vez, dão mobilidade ao carro, que não possui um volante. A direção se dá por uma espécie de "joystick".

Misturando uma tecnologia antiga com um design futurista, o AirPod possui capacidade para três pessoas, motorista incluso, pesa 200 quilos e tem um tanque de combustível com capacidade para 175 litros de ar. Segundo a MDI, o carro tem autonomia de 128 quilômetros, é capaz de alcançar até 80 km/h e pode ser abastecido em cinco minutos ao custo de apenas um euro - isso porque na Europa e em alguns estados dos EUA, o uso do calibrador de pneus em postos de gasolina é cobrado.

A empresa MDI, de Luxemburgo, que está fornecendo os motores para a Tata Motors, já pesquisa ferramentas de tecnologia que utilizam ar comprimido há mais de vinte anos. Aparentemente, o Tata Group comprou a tecnologia do motor a ar comprimido para ser usada nos modelos do Tata Nano, considerado um dos carros mais baratos do mundo, e assim deixar o veículo ainda mais econômico para o consumidor indiano.
Atualmente, a tecnologia também foi comprada pelo grupo estadounidense Zero Pollution Motors, que procura introduzir o veículo no mercado dos EUA , bastante receptivo aos veículos de energia limpa.
Protótipos estão sendo testados pela KLM e AirFrance para serem usados como veículos de emissão zero nos aeroportos de Amsterdam e Paris, respectivamente.
AirPod foi para segunda fase de testes antes do lançamento oficial e ainda não tem preço definido. Para saber mais a respeito, acesse o site oficial.

domingo, 10 de novembro de 2013

Curar a sede do mundo com água do mar


Hoje em dia já existem grandes projetos para dessalinizar a água marinha e utilizá-la como água potável. Em 2030, estes projetos crescerão a escala industrial, lançando mão dos recursos de energias renováveis para sua operação, como a energia solar e células fotovoltaicas. Os especialistas afirmam que os déficits de água potável em grandes zonas do planeta serão história no final da década de 2030.

É provável que nosso entendimento do que deveria ser o futuro de nossa civilização esteja menos relacionado com buscar a produção em massa de autos voadores e nos concentrar em soluções de saúde e alimentação que possibilitem a vida no planeta tal e qual conhecemos.



sábado, 9 de novembro de 2013

Cartões de memória de 1 terabyte



Segundo a Lei de Moore, a capacidade dos dispositivos tende a dobrar a cada 18 meses. Por essa lógica, é fácil imaginar que teremos cartões SD com 1 terabyte em 2014.
Nós ainda não precisamos disso tudo hoje em dia, mas isso certamente vai mudar em um futuro próximo. A capacidade das câmeras digitais vem crescendo a cada dia e, para armazenar os dados, precisamos de cada vez mais espaço. Os aparelhos celulares e dispositivos móveis em geral seguem pelo mesmo caminho, com softwares cada vez mais exigentes.
Hoje já é comum um jogo para celular ocupar mais de 2 gigabytes de espaço em disco; junte isso a uma grande biblioteca de músicas, vídeo e fotos em alta definição e logo você percebe que a necessidade de cartões de memória maiores é cada vez mais alta.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Pílula de proteção solar



Cientistas estão conseguindo estudar o modo como alguns corais se protegem dos raios do sol e, através de engenharia reversa, vão produzir pílulas que, ao serem ingeridas, proporcionam proteção contra os raios do sol. Será que os fabricantes de cremes de proteção solar já estão ficando preocupados com a novidade?

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Web 3.0




Ter dificuldade para compreender o que Web 2.0 ou 3.0 significa é normal, já que não existe uma divisão clara entre as mudanças. Podemos definir a Web 1.0 como aquela em que as páginas eram estáticas e baseadas em hyperlinks. A Web 2.0 conta com mais conteúdo multimídia e é fortemente baseada na integração social.
A Web 3.0 deve trazer o conteúdo direcionado para cada um de nós através de algoritmos inteligentes que vão filtrar toda a informação. Não seremos mais tratados como um grupo específico de pessoas, mas sim como indivíduos com interesses particulares. A chamada Web Semântica já está em desenvolvimento, mas ainda é muito cedo para que ela demonstre o seu potencial completo.


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Computadores que pensam como os humanos



Segundo alguns especialistas, em 2019 a capacidade dos computadores será a mesma dos cérebros humanos. Quem diz isso é o futurista Ray Kurzweil  que em seu livro “A Era Das Máquinas Espirituais” afirma que a evolução da tecnologia é exponencial e não linear.
No século 21, garante Ray, não teremos apenas 100 anos de evolução, e sim 20 mil anos. Com máquinas tão inteligentes quanto os humanos, os avanços em qualquer área poderão caminhar muito mais rápido.