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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Criado novo LED de alto desempenho



Pesquisadores do Instituto Politécnico Rensselaer, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo tipo de LED (Light Emitting Diode) com uma eficiência energética e um desempenho na emissão de luz muito superiores aos melhores LEDs atualmente produzidos.Acredita-se que os LEDs, lâmpadas de estado sólido com baixíssimo consumo de energia, substituam todas as lâmpadas atualmente utilizadas em um futuro próximo.
Curva de eficiência
A arquitetura do novo LED conseguiu uma redução notável na chamada "curva de eficiência" (efficiency droop), um fenômeno que faz com que os LEDs sejam mais eficientes quando recebem correntes elétricas de baixa densidade. Esta eficiência cai rapidamente com a elevação da densidade de corrente.Este fenômeno não é bem entendido pelos cientistas, que acreditam que a fuga de elétrons seja responsável por uma grande parte do problema. Os LEDs de alto brilho atuais trabalham com correntes bem acima dos seus picos de eficiência.
"Esse problema tem sido uma pedra no caminho porque a redução das densidades de correntes para valores onde os LEDs são mais eficientes é inaceitável. Nosso novo LED, entretanto, que tem uma região ativa com um desenho radicalmente diferente, chamada região ativa com equivalência de polarização, resolve esse problema e traz os LEDs mais próximos de serem capazes de operar eficientemente sob altas densidades de corrente," explica o pesquisador Fred Schubert.
Revolução na iluminação
O LED com equivalência de polarização alcançou um incremento na emissão de luz de 18% e um aumento na eficiência energética de 22% em relação aos LEDs atuais.Schubert prevê que uma nova onda de dispositivos de iluminação baseados em LEDs irá suplantar as lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas nos próximos anos, levando a enormes benefícios ambientais, economia de energia e diminuição dos custos com iluminação.
Isto sem contar as inovações que deverão ser fomentadas em setores como medicina, faróis de automóveis, telas e monitores e redes de computadores por fibras ópticas mais eficientes e baratas.

Energia solar e eólica podem encerrar era do petróleo, diz Nobel



Fim da era do petróleo
A continuidade da pesquisa e desenvolvimento no campo das energias alternativas poderá resultar em uma nova era na história humana, em que duas fontes de energia renovável - a energia solar e a energia eólica - vão se tornar as principais fontes de energia na Terra.
A opinião contundente não é de nenhum ambientalista de plantão, mas do Prêmio Nobel de Química de 1998, Walter Kohn.
Falando a uma plateia seleta na Sociedade Americana de Química, Kohn destacou que petróleo e gás natural abastecem hoje cerca de 60 por cento do consumo global de energia.
Para ele, essa tendência deverá crescer ainda por um período de 10 a 30 anos, seguindo-se um rápido declínio no consumo de combustíveis fósseis.
Era do Sol/Vento
Na última década, a produção mundial de energia fotovoltaica multiplicou-se por um fator de 90, e a energia eólica por um fator de cerca de 10.
Kohn espera a continuidade do crescimento vigoroso dessas duas energias efetivamente inesgotáveis durante a próxima década e além, levando assim a uma nova era, a "era do Sol/Vento", como ele chama, substituindo a era do petróleo.

Synapse: o processador da IBM que pensa como um cérebro humano



Com a capacidade de aprender e reagir às experiências, esta nova arquitetura de chips poderia revolucionar a computação como conhecemos hoje.
A IBM, uma das maiores e mais antigas companhias de computação do mundo, anunciou que concluiu o projeto de elaboração de um chip experimental que simula o comportamento do cérebro humano. O desenvolvimento foi concebido a partir de uma parceria entre a IBM, quatro grandes universidades e a Agência de Pesquisas Avançadas de Defesa (DARPA).
O objetivo da empreitada é, um dia, poder simular as atividades cognitivas de sentir, perceber, interagir e reconhecer que o cérebro pode fazer, algo que têm se mostrado muito difícil de se conseguir com a arquitetura de processadores comuns. O projeto é chamado de Sistema Neuromôrfico de Eletrônicos Plásticos Adaptativos Escalonáveis, ou "SyNAPSE".
Os membros do projeto esperam que o "SyNAPSE" possa mudar a maneira como usamos computadores, fazendo-os agir como um cérebro. A nova arquitetura usa processadores digitais como neurônios, com ligações internas que simulam as ligações entre as sinapses, algo radicalmente diferente dos chips de silício com transistores do mundo atual.
Assim como ocorreu nos primórdios da informática atual, o design do processador ainda está engatinhando, com a capacidade de executar tarefas a 10 hertz: milhões de vezes mais lento que os computadores de hoje. A IBM espera que, em breve, vários núcleos do chip "SyNAPSE" possam ser unidos, criando um computador com 10 bilhões de neurônio e 100 trilhões de sinapses, algo 10 vezes mais complexo que o cérebro orgânico dos humanos.