terça-feira, 4 de outubro de 2011
Antena de tecido salva vida de náufragos
Antenas salva-vidas
Qualquer que seja o uso das roupas inteligentes, ou dos chamados e-tecidos, eles vão precisar de antenas para se comunicar.
Em 2009, a agência espacial europeia demonstrou o funcionamento das primeiras antenas de tecido, capazes de fazer comunicações via satélite.
Agora, em parceria com a empresa finlandesa Patria, as antenas de tecido estão estreando no mercado.
O objetivo inicial é que as antenas sejam incorporadas em salva-vidas, enviando sinais de localização sem necessidade de qualquer ação por parte do acidentado - que pode estar impossibilitado de fazer isto.
Busca e salvamento via satélite
Confeccionadas com um material altamente flexível e totalmente resistente à água, a antena foi projetada para se comunicar com o sistema Cospas-Sarsat, um sistema de busca e salvamento via satélite, em operação há quase 30 anos, e responsável pela localização e salvamento de mais de 26.000 vítimas.
Mantido pelo Canadá, França, Rússia e Estados Unidos, o sistema de resgate via satélite opera 24 horas por dia, 365 dias por ano.
Ele funciona com base em transmissores de um "bip-bip" específico, que são acionados no caso de acidente. Os satélites captam os bip-bips e alertam imediatamente as centrais de resgate.
Os testes com a antena de tecido mostraram que um náufrago usando um salva-vidas com a antena pode ser localizado em poucos minutos.
Identidade digital com chip começa a ser distribuída dia 17
Nova identidade
O RIC é um cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, que incluirá informações como nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade e assinatura, entre outros dados.
O chip contido no RIC reunirá também informações como gênero, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, além de informações referentes a outros documentos, como título de eleitor, CPF, etc.
Ao longo de 2011 serão produzidos dois milhões de cartões RIC.
A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, por isso, a pessoa não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões.
A troca da cédula de identidade (RG) pelo novo cartão do Registro de Identidade Civil (RIC) vai começar no próximo dia 17.
As pessoas selecionadas para participar do projeto-piloto de substituição estão sendo convocadas por carta.
De acordo com o Ministério da Justiça, os habitantes de Brasília, Rio de Janeiro e Salvador serão os primeiros a receber os novos cartões de identidade.
As cidades de Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) também fazem parte do projeto-piloto, e o início da convocação terá início ainda no primeiro semestre.
O RIC é um cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, que incluirá informações como nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade e assinatura, entre outros dados.
O chip contido no RIC reunirá também informações como gênero, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, além de informações referentes a outros documentos, como título de eleitor, CPF, etc.
Ao longo de 2011 serão produzidos dois milhões de cartões RIC.
A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, por isso, a pessoa não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões.
A troca da cédula de identidade (RG) pelo novo cartão do Registro de Identidade Civil (RIC) vai começar no próximo dia 17.
As pessoas selecionadas para participar do projeto-piloto de substituição estão sendo convocadas por carta.
De acordo com o Ministério da Justiça, os habitantes de Brasília, Rio de Janeiro e Salvador serão os primeiros a receber os novos cartões de identidade.
As cidades de Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) também fazem parte do projeto-piloto, e o início da convocação terá início ainda no primeiro semestre.
Raio elétrico abre caminho em cortina de chamas
Raio antichama
Uma cortina de fogo separa os bombeiros de uma família isolada dentro de uma casa em chamas.
Um deles, portando uma mochila especial, aproxima-se, aponta um pequeno bastão para as chamas e dispara um feixe de eletricidade.
O "raio elétrico" abre um buraco na parede de chamas e permite que seus companheiros atravessem e salvem a família.
Essa cena logo poderá se tornar realidade, graças ao trabalho do Dr. Ludovico Cademartiri, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Além de funcionar instantaneamente, o raio antichama promete apagar o incêndio sem danificar tudo o mais que o fogo ainda não queimou, como acontece hoje quando os bombeiros combatem o incêndio com água, espuma ou pó
Mochila de raios
O protótipo da mochila de raios contém um amplificador elétrico de 600 watts - a mesma potência de um bom amplificador usado no som de carros - e um bastão com um núcleo metálico e uma cobertura isolante.
A descarga disparada pelo bastão elimina instantaneamente uma chama de cerca de meio metro de altura.
Os cientistas agora vão fazer novos experimentos baixando gradativamente a potência do seu disparador de raios, verificando o mínimo em que ele se mostra eficaz no combate às chamas.
Isso será necessário, segundo eles, para viabilizar aplicações estacionárias, eventualmente substituindo os aspersores de água (sprinklers) distribuídos pelo teto dos edifícios.
A forma de uso mais promissora, contudo, deverá ser mesmo na forma de mochilas para uso pelos bombeiros ou pessoal de brigadas de incêndio.
Esses equipamentos portáteis permitirão tanto abrir uma rota de fuga para pessoas que se virem presas repentinamente por um incêndio, quanto para que os bombeiros entrem nos edifícios para resgatar vítimas.
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