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domingo, 23 de outubro de 2011

Google inicia fase de testes para provedor de internet de 1 Gbps




Hoje o Google não se limita mais a um site de buscas, mas o serviço que a empresa está testando atualmente é uma novidade bem mais ambiciosa do que seus projetos mais recentes. Moradores da área residencial próxima à Universidade de Stanford que estudam ou trabalham no local já têm acesso ao Google Fiber, um futuro provedor de internet.

A gigante de Mountain View trabalha no serviço desde 2010, mas apenas a sede do local contava com internet própria – que alcançou números inacreditáveis, já divulgados pelo Tecmundo. Agora é a vez de proporcionar velocidade similar aos usuários.

A informação do início dos testes foi obtida com um usuário do Reddit, que mora no local escolhido e postou o resultado atingido pela conexão via fibra óptica: uma média de 151,68 Mb/s para download e 92,79 Mb/s em upload. Ela é mais rápida do que 99% das conexões dos Estados Unidos.

Ele e os demais moradores terão 1 Gbps disponível de graça por tempo indeterminado. Já Kansas City deve ser o próximo local agraciado com o Google Fiber. O provedor da empresa ainda não tem previsão ou preço de lançamento.

Apenas 10% das pessoas com acesso à internet sabem usar o Ctrl+F



Daniel Russel trabalha na Google. Mas ele não é engenheiro de software nem supervisiona redes de alto fluxo. Ele é antropólogo e estuda os costumes dos usuários de internet, publicando sempre muitos resultados impressionantes. O mais recente, revelado ao The Atlantic, mostra que 90% dos usuários não sabem realizar pesquisas internas nas páginas da internet.

O antropólogo diz que se as pessoas descobrissem como é mais fácil localizar suas necessidades com o atalho dos navegadores, a grande maioria diria que desperdiçou boa parte de suas vidas. Ele afirma isso com base no tempo gasto para a localização de informações com e sem a utilização do atalho.

Grafeno pode ser utilizado para construir sensores de câmera melhores




Nos últimos meses, você deve ter se acostumado a ler aqui no Tecmundo uma série de notícias referente ao grafeno. Além dos diversos tipos de uso já encontrados para ele, uma nova descoberta dos pesquisadores do MIT pode colocar o produto também nos sensores de câmeras.

Segundo os cientistas, o grafeno pode ser utilizado como fotodetector de longo alcance, além de funcionar muito bem com luz infravermelha. A novidade pode abrir portas para o aperfeiçoamento de dispositivos de visão noturna e para detectores de telescópios astronômicos.

Por suas características, os pesquisadores acreditam ainda que o grafeno possa ser utilizado na construção de painéis solares.