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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Novas chuteiras da Adidas atuam como um verdadeiro treinador




A Adidas anunciou na última quinta-feira (29 de setembro) o lançamento da nova geração das chuteiras Adizero f50, que já vinham sendo testadas há algum tempo pelo craque Lionel Messi. O destaque do equipamento é a inclusão da tecnologia miCoach, última palavra em inovação no mundo do futebol.

As novas chuteiras vem equipadas com um microchip que adiciona somente 1 grama ao peso original das chuteiras, que passam a pesar somente 164 gramas. A tecnologia permite realizar uma análise completa do desempenho dos atletas durante uma partida, incluindo a detecção de movimentos realizados em 360 graus.

O miCoach coleta informações sobre a velocidade de movimentação e a distância percorrida pelo jogador. Aliado ao software Speed Cell, o chip faz um relatório detalhado sobre a velocidade média do atleta, distância percorrida durante a partida, tempo passado andando e o número de arrancadas realizadas. Toda a comunicação se dá através de um dispositivo USB que se conecta às chuteiras através de sinais wireless.

Segundo o diretor do projeto miCoach, Simon Drabble, a ideia é que os atletas não só tenham informações completas sobre seu desempenho, como possam compará-lo com o de outras pessoas através de um portal online. Os dados podem ser consultados tanto através do site oficial da Adidas quanto a partir de aplicativos para o iOS e o Android, incluindo a possibilidade de usar imagens de exibição personalizadas conforme as conquistas esportivas de cada usuário.

Projeto de prédio subterrâneo no México tem 65 andares e forma de pirâmide




Muita gente sente falta das cidades de antigamente, quando nenhum prédio gigantesco tapava a vista dos vizinhos ou prejudicava a entrada de iluminação natural. Essa também é a ideia da BNRK Arquitectura, que desenvolveu um conceito de um arranha-céu apontado para baixo.

Explicamos: chamado de Earthscraper (algo como “arranha-terra”, contrastando com skyscraper, tradução de arranha-céu), o projeto consiste em uma pirâmide de 65 andares de comprimento e uma profundidade de cerca de 300 metros no solo.

Dentro dela funcionaria um museu dedicado à cultura asteca, um shopping e vários apartamentos e escritórios. Para movimentar-se pela construção, a população usaria pontes espalhadas pelo centro oco do edifício, funcionando como transporte e ponto turístico, já que por elas seria possível ver o fundo do Earthscraper.

Segundo o ArchDaily, o vidro seria o material dominante, fazendo com que os pedestres possam ver o que acontece lá dentro, além de permitir o acesso de luz solar ao local.

A construção seria em uma área central da Cidade do México, capital povoada por edifícios gigantes. O projeto ainda está em fase de inicial, portanto, não há previsão de início das obras – ou se elas vão acontecer algum dia. Confira mais um pouco do Earthscraper em nossa galeria!

Memória flash de grafeno supera estado-da-arte




Flash de grafeno

Extrapolando as medições iniciais, Kang Wang e seus colegas da Universidade da Califórnia calcularam que a célula de memória flash de grafeno perde apenas 8% de sua carga em um período de 10 anos.

No mesmo período, as células de memória do seu pendrive ou cartão de memória da sua máquina digital perdem 50% de sua carga.

Essa maior estabilidade significa que as células de memória de grafeno interferem menos umas com as outras, o que permite fabricá-las mais juntas umas das outras.

É esse aumento na densidade que responde pelo acréscimo na capacidade de armazenamento de dados divulgada pela equipe.

Menos energia e mais dados

O protótipo de uma memória flash feita com grafeno mostrou enormes vantagens em relação à tecnologia estado-da-arte na área.

Mesmo ainda sem qualquer otimização, a memória flash de grafeno consome apenas metade da energia e pode armazenar o dobro de informações que uma memória flash convencional.

Além disso, sendo essencialmente carbono, os cientistas afirmam que o grafeno tem o potencial para gerar células de memória muito mais baratas do que as atuais, que usam semicondutores caros e difíceis de purificar.