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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Banda larga popular começa a chegar à população




Na última terça-feira (23 de agosto), o município de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, deu a largada para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A cidade é a primeira a receber o serviço, que fornece planos de internet rápida de 1 Mbps com cobrança mensal de R$ 35.

A responsável por oferecer o produto é a Sadnet, prestadora de serviços de telecomunicação da cidade, que possui cerca de 60 mil habitantes. O início das operações acontece com mais de um mês de atraso – em 8 de junho, a empresa firmou um contrato com a Telebrás que previa o oferecimento do serviço em um período máximo de 30 dias.

O gerente da rede da Sadnet, Bruno Souza Santana, afirmou no dia primeiro de agosto que a empresa já possuía condições de vender os planos estipulados pelo PNBL. Porém, foi preciso aguardar que o governo inaugurasse oficialmente o programa para que fosse possível começar a oferecê-lo à população do local.

Apesar de só terem que pagar R$ 35 de mensalidade para ter acesso a uma conexão banda larga, aqueles que pretendem se aproveitar do PNBL terão que enfrentar um obstáculo não divulgado até o início da venda do plano. Para que o sinal chegue até a casa do usuário, será preciso pagar R$ 300 para adquirir um modem, que pode ser parcelado em 12 vezes no cartão de crédito.

A vantagem em relação aos planos oferecidos por empresas privadas é a de que o aparelho pertence ao cliente, não estando disponível a partir do conhecido sistema de comodato. Porém, o valor de R$ 300 parece bastante exagerado, ainda mais quando se leva em conta que dispositivos do tipo podem ser encontrados facilmente por menos de R$ 100 mediante uma simples procura em um sistema de buscas.

Google paga US$500 milhões em caso de anúncio ilegal de medicamentos




O Google concordou em pagar 500 milhões de dólares por ter veiculado anúncios de farmácias canadenses voltados para o público norte-americano, anunciou nesta quarta-feira o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

O valor é equivalente à receita do Google com anúncios de farmácias canadenses que comercializaram produtos no mercado norte-americano. O acordo representa um dos maiores já feitos nos Estados Unidos, segundo o órgão.

O Google informou, no blog da companhia em fevereiro de 2010, ter parado de veicular anúncios de medicamentos vendidos sob prescrição médica nos EUA.

"É óbvio que não deveríamos ter permitido esses anúncios no Google", afirmou a companhia em nota.

Holografia pode ser o futuro dos video games



Que o sonho de todo o fã de video games é poder entrar no mundo virtual de seus jogos favoritos, não há dúvidas. E de acordo com especialistas da área reunidos pela Sony na gamescom 2011, isso está cada vez mais próximo de se tornar realidade.

De acordo com a EFE, na reunião feita durante o evento, o grupo declarou que dentro de aproximadamente uma década, os avanços na tecnologia holográfica vão fazer com que os games saiam da tela, permitindo que o jogador possa ver o mundo ao redor dele.

Os usos disso vão muito além da simples ideia de entrar no jogo, mas de poder interagir de forma diferente. Um exemplo usado pelos especialistas foi do recentemente lançado L.A. Noire, em que o jogador vai poder estudar os gestos dos personagens de forma realista, ou procurar por evidências como um verdadeiro detetive.

Como se isso não fosse incrível o suficiente, os seres virtuais também vão reagir de acordo, percebendo se você está triste ou feliz e agindo como uma pessoa real. A ideia de seres digitais, mas que se parecem com humanos normais pode parecer distante, porém, de acordo com alguns participantes do grupo, é o caminho que as empresas devem seguir. O jeito é esperar por 2021 para saber se isso vai ser verdade ou não...