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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Bicicleta que levanta voo



Meios de transporte terrestres com a característica de a qualquer momento poderem levantar voo e permitirem assim escapar ao trânsito, cortar caminho ou usufruir de uma vista diferente, fazem parte do imaginário popular.
Agora, três empresas checas apresentaram, numa sala de exposições em Praga e para surpresa dos presentes, um protótipo de uma bicicleta eléctrica que pode voar.

Este veículo de duas rodas é uma bicicleta de montanha com 95 quilogramas de peso. Tem acoplado duas hélices com baterias eléctricas na parte da frente e duas na traseira e mais uma de cada lado. Consegue levantar voo e deslocar-se no ar durante cinco minutos.
O teste foi realizado com um manequim montado no acento da bicicleta, enquanto outra pessoa a dirigia com um telecomando.
Perante a pergunta se a bicicleta consegue suportar o peso de uma pessoa, Milan Duchek, director técnico do «Duratec», um dos fabricantes da bicicleta, esclarece que para o efeito são necessárias baterias mais potentes para que alguém possa em segurança levanta voo nesta bicicleta.
A empresa anunciou que está a planear começar a fabricar a «Bicicleta Voadora» já no próximo mês.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

IBM lidera o desenvolvimento de novas tecnologias fotovoltaicas



Um grupo liderado pela IBM desenvolveu um novo sistema de células fotovoltaicas capaz de concentrar 2 mil vezes mais energia do que os painéis solares utilizados atualmente.
Isso é possível porque a estrutura, chamada de High Concentration Photovoltaic Thermal system (ou HCPVT), é capaz de converter mais de 80% da radiação solar que chega até os painéis em energia aproveitável.  
O projeto, segundo a IBM, começou com base na ideia de que somente 2% de toda a energia solar presente no Deserto do Saara já poderia abastecer todas as cidades do mundo. Contudo, a utilização dos atuais painéis fotovoltaicos é praticamente impossível, seja por causa da área extensa que ocupam ou mesmo pelo alto preço de sua instalação.
Assim, como não há uma tecnologia eficiente nesse sentido, já passou da hora de novas ideias nesse sentido ganharem forma.

Os microchips que convertem a radiação solar em energia contam com um inteligente sistema de resfriamento. Isso dá aos painéis da IBM outras duas funções “extras”. O equipamento é capaz de fornecer água potável, que pode ser tomada ou então utilizada em sistemas de ar condicionado – algo extremamente útil em lugares remotos e superquentes.

O protótipo atual do HCPVT tem a forma de uma antena parabólica. Ele conta com diversos “pratos” que captam a luz solar vinda de várias direções ao mesmo tempo. Além disso, ele conta também com um sistema de rastreamento do Sol, que posiciona tudo da melhor maneira possível.
As células fotovoltaicas do aparelho medem cerca de um centímetro quadrado e são capazes de produzir entre 200 e 250 watts de energia em um dia típico, ou seja, que tenha aproximadamente oito horas de sol. Um receptor do tamanho do protótipo atual do HCPVT, com centenas de microchips, pode fornecer até 25 kW de eletricidade.
Os pesquisadores não sabem ainda quando tal tecnologia estará disponível para uso e nem conseguem determinar o preço de produção e implantação dos sistemas. Contudo, a previsão da equipe, que inclui IBM, Airlight Energy, ETH Zürich e a Interstate University of Applied Sciences Buchs NTB, é a de que os custos de produção deverão ficar em menos de dez centavos de dólar por quilowatt-hora.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Tablets vão morrer em cinco anos, prevê CEO da BlackBerry



Verdadeira febre entre os adeptos de novas tecnologias, os tablets devem estar mortos dentro de cinco anos. É o que prevê Thorsten Heins, CEO da BlackBerry, que afirmou que sua companhia não vai mais investir recursos na criação de um aparelho do tipo — o PlayBook, última empreitada da companhia na área, teve resultados decepcionantes.
“Em cinco anos, eu penso que não haverá razões para tablets existirem”, afirmou Heins durante uma apresentação no Milken Institute, organização situada em Los Angeles. “Talvez uma grande tela em seu espaço de trabalho, mas não da forma como os conhecemos. Os tablets em si não representam um bom modelo de negócios”, complementa o executivo.
Nada modesto, o CEO da companhia afirma que a BlackBerry vai se tornar a líder no mundo da tecnologia em um futuro próximo — algo que parece ignorar o fato de que plataformas como o iOS e o Android atualmente possuem uma popularidade muito maior do que aquela desenvolvida por sua empresa.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Invenção de uma garota de 18 anos poderá recarregar celulares em segundos



Uma garota de apenas 18 anos apresentou um supercapacitador que se carrega completamente em poucos segundos na feira internacional de ciências e engenharia da Intel e ganhou, pelo projeto, o prêmio Jovem Cientista, junto com um cheque de 50 mil dólares.
Eesha Khare, de Saratoga (Califórnia), disse que a motivação para ela criar esse capacitador foi porque a bateria do seu celular sempre morre. Ela diz que seu projeto tem inúmeras vantagens sobre as baterias convencionais, porque aceita até dez vezes mais ciclos de recarga e por ser também flexível, permitindo seu uso em telas, tecidos e vestuários.

Na feira, o supercapacitador de Eesha foi utilizado para acender um LED, mas o projeto tem grande potencial para a indústria. Apesar de estar longe de uma aplicação comercial, o modelo que se carrega completamente em 30 segundos ajuda a pesquisa de novas tecnologias.
Baterias que se carregam em menos tempo e com a capacidade de aceitar até 10 mil ciclos de recarga podem livrar aparelhos e dispositivos por mais tempo da dependência elétrica. Hoje, a duração de vida das baterias é um dos itens mais cruciais entre as características de um smartphone.

domingo, 27 de outubro de 2013

Garota de 15 anos cria lanterna alimentada pelo calor das mãos



Ann Makosinski tem 15 anos, estuda na St. Michaels University School e mora na cidade de Victoria, capital da província canadense de Colúmbia Britânica.
A jovem estudiosa ganhou a atenção de muitas pessoas em todo o mundo por criar uma lanterna que usa o calor da mão de quem a está segurando para gerar a energia necessária para acender as luzes de LED.
O projeto da garota foi criado para concorrer ao Google Science Fair, um concurso promovido pela gigante de Mountain View com o objetivo de incentivar e premiar as melhores inovações pensadas por estudantes de várias faixas etárias.
Makosinski disse, em entrevista para a emissora CBC, que está animada para apresentar seu projeto, que é um dos 15 finalistas, aos jurados da Google. Ela contou que tem participado do concurso nos últimos quatro anos, sempre com novas tecnologias relacionadas a formas de energia alternativa.

Quanto a como surgiu a ideia de capturar o calor humano e fazer com que ele se tornasse fonte de alimentação da lanterna, a adolescente explicou que pensou no dispositivo depois de ter aprendido sobre as pastilhas termoelétricas Peltier, as quais são capazes de produzir eletricidade quando aquecidas de um lado e resfriadas do outro.
Em setembro, Ann irá até a sede da Google em Mountain View, na Califórnia, para acompanhar a cerimônia de premiação. O dono do melhor projeto ganhará US$ 50 mil (cerca de R$ 110 mil) para investir em seus estudos e uma viagem para as Ilhas Galápagos.