Até 2020, o plano é que
143 turbinas eólicas de 200 metros de altura estejam operando a 16 km da costa,
com capacidade de geração de um gigawatt. O plano é que Fukushima seja
totalmente auto-suficiente em energia até 2040.
Sofrendo enorme pressão da sua população para
descartar as usinas nucleares após o acidente de Daiichi em março de 2011, o
maior desastre nuclear em 25 anos, o Japão anunciou que construirá uma fazenda
eólica offshore de grandes dimensões na costa de Fukushima.
Até
2020, o plano é que 143 turbinas eólicas de 200 metros de altura estejam
operando a 16 km da costa, com capacidade de geração de um gigawatt, segundo
informações do New Scientist.
O
plano é que Fukushima seja totalmente auto-suficiente em energia até 2040 e
inclui também o maior parque solar do país.
Segundo
o gestor do projeto, Takeshi Ishihara, da Universidade de Tóquio, todas as
condições extremas – de terremotos a furacões – foram testadas em simulações
computacionais e não trarão problemas para as turbinas.
Desde
o acidente em Fukushima, o governo japonês desligou seus 54 reatores nucleares
e apenas dois voltaram a funcionar, portanto, a busca por novas fontes de
energia é intensa.
Concorrência
Atualmente, a maior fazenda eólica do mundo, chamada London Array, está sendo construída no estuário do Rio Tâmisa, no Reino Unido. A primeira fase do projeto consiste na geração de 630 megawatts – o suficiente pra abastecer quase 500 mil residências – através de 175 turbinas, todas já instaladas ao longo de 90 km2, conforme notícias de dezembro.A rede britânica já está sendo abastecida com energia proveniente de 55 dessas turbinas, e a previsão é de que o restante entre em operação em meados de 2013. A segunda fase do projeto prevê a construção de mais 166 turbinas, que ainda precisam de aprovação.


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