Cientistas alemães do Instituto Alfred-Wegener querem desenvolver o navio quebra-gelos mais potente do mundo. Ainda em fase de projeto, a embarcação já tem nome, “Aurora Borealis”, e preço, 650 milhões de euros.
Sob o nome etéreo de “Aurora Borealis” esconde-se um “monstro” de 199 metros de comprimento, capaz de quebrar camadas de gelo com 15 metros de espessura e perfurar até mil metros nos solos marinhos.
O navio poderá viajar todo o ano nas zonas do Árctico, mesmo nos Invernos polares mais rigorosos e isso sem a ajuda de outros quebra-gelos, uma escolta habitualmente indispensável.
“Muitos cépticos pensam que estes desafios eram impossíveis de superar. Mas com estas capacidades inéditas, o ‘Aurora’ será o quebra-gelo mais potente do mundo”, salientou Albrecht Delius, o engenheiro responsável pelo projeto.
De momento, o projeto terminou a sua fase de investigação e concepção e entrou na fase do financiamento à construção, estimada em 650 milhões de euros. Os custos serão suportados por um consórcio, onde a Alemanha pretende responder com 30 por cento. Outros países já mostraram interesse, como a Rússia que controla quase metade das costas do oceano Árctico.
“Era necessário preencher as lacunas da Europa em matéria de investigação polar: um barco assim era uma prioridade”, comentou o investigador Jörn Thiede.
O “Aurora Borealis”, que deverá estar concluído em 2014, tem como prioridade a investigação sobre o clima. O gelo contém bolhas de ar com vários milhões de anos e assim os investigadores podem conhecer como era a atmosfera de então.
“O oceano Árctico vai tornar-se um centro de interesse político e econômico nas próximas décadas. Assim, a investigação tem uma enorme importância para permitir uma utilização sustentável e prudente dos recursos naturais e de novas rotas de navegação”, explica a diretora do Instituto Alfred-Wegener, a bióloga Karin Lochte.
O navio poderá viajar todo o ano nas zonas do Árctico, mesmo nos Invernos polares mais rigorosos e isso sem a ajuda de outros quebra-gelos, uma escolta habitualmente indispensável.
“Muitos cépticos pensam que estes desafios eram impossíveis de superar. Mas com estas capacidades inéditas, o ‘Aurora’ será o quebra-gelo mais potente do mundo”, salientou Albrecht Delius, o engenheiro responsável pelo projeto.
De momento, o projeto terminou a sua fase de investigação e concepção e entrou na fase do financiamento à construção, estimada em 650 milhões de euros. Os custos serão suportados por um consórcio, onde a Alemanha pretende responder com 30 por cento. Outros países já mostraram interesse, como a Rússia que controla quase metade das costas do oceano Árctico.
“Era necessário preencher as lacunas da Europa em matéria de investigação polar: um barco assim era uma prioridade”, comentou o investigador Jörn Thiede.
O “Aurora Borealis”, que deverá estar concluído em 2014, tem como prioridade a investigação sobre o clima. O gelo contém bolhas de ar com vários milhões de anos e assim os investigadores podem conhecer como era a atmosfera de então.
“O oceano Árctico vai tornar-se um centro de interesse político e econômico nas próximas décadas. Assim, a investigação tem uma enorme importância para permitir uma utilização sustentável e prudente dos recursos naturais e de novas rotas de navegação”, explica a diretora do Instituto Alfred-Wegener, a bióloga Karin Lochte.


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